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10 de novembro de 2011
Ultimamente a gente se depara SEMPRE com memes pela internet. Talvez a popularização da mesma tenha potencializado exponencialmente esse fervor pelos memes que não víamos a poucos anos enquanto assistíamos Jeremias bêbado sendo preso na delegacia ou com o gordinho Numa Numa dançando loucamente na frente da sua webcam.­


Hoje em dia temos o nome "meme" mais relacionado à figuras das tirinhas que, geralmente, tratam do cotidiano de uma forma descontraída utilizando as figuras do FFFUUUU, Troll Face, Me Gusta entre outros.

Sem sombra de dúvidas existirão aqueles que dirão que os atuais memes são ridículos, que os antigos eram melhores e por aí vai. Tenho certeza que daqui a 5 ou 6 anos, a molecada que curte os memes de hoje dirão que eles são melhores do que os que estarão "bombando" na net e assim caminha a humanidade.
Acredito muito que não são os memes que são ou deixam de ser engraçados e que apenas UMA coisa nessa relação muda: nós que ficamos velhos. Nós que ficamos velhos e esquecemos o quão bom é rir de bobagens e não levar a vida TÃO a sério.

Aproveitando essa onda meme que assola os blogs mundo afora, o The GAG Quartet fez uma "Orquestra Meme" com músicas bem conhecidas web afora e com um vídeo repleto de referências às "celebridades" da web.

Confiram:


E aí? Conseguiram identificar tudo?

Gostaria de terminar o post com, para mim, um dos mais legais "memes" que já rolaram pela web e que me fez rir PRA CARAMBA. Com vocês, Numa Numa:


Geeks are Sexy, aren't us? ;)
1 de novembro de 2011

"Free hugs"

Enquanto dava meu "passeio" diário de hoje pela lista de blogs que tenho favoritados, me deparei com um post emocionante e ao mesmo tempo intrigante no Comunicadores.

Como muitos sabem, sou MUITO emotivo e me emocionei bastante com a ação da agência Jung von Matt/Limmat feita para sensibilizar as pessoas com a nobre causa da ONG alemã(creio que seja alemã) Pro Infirmis, que ajuda pessoas com deficiência física e/ou mentais, não sei ao certo.

Pare de fazer o que o que for que esteja fazendo e assistam o vídeo com toda a sua atenção:



Em uma tradução livre, no momento da revelação do vídeo lê-se: "Será que precisamos nos disfarçar para nos aproximar? Se aproxime."

Além de ser surpreendente, a campanha me deu uma chamada "tapa de luva" na cara. Levei essa tapa porque no que as pessoas foram abraçando o urso, senti vontade de abraçá-lo também, senti que o mundo precisa de mais abraços - que, de fato, precisa. Porém, no momento da revelação, sofri o impacto da NOSSA superficialidade, do NOSSO preconceito. Falo que o preconceito e a superficialidade são NOSSOS e não apenas meus, pois todos temos um pouco de preconceito, um pouco de medo do "diferente".
A não ser que você já tenha algum familiar com problemas ou tenha envolvimento próximo com alguma pessoa deficiente, você TEM esse medo, esse preconceito.

Admito que a facilidade com que eu, ao andar na rua, abraçaria o urso não é, nem de longe, tão grande quanto a de abraçar a MESMA PESSOA que estava vestida de urso, sem sua fantasia.

Mas como pode isso? Como pode ser que a vontade de abraçar aquela pessoa fantasiada de urso não seja a mesma de abraçar aquela mesma pessoa, mas sem sua fantasia? Como posso ser tão superficial? Como posso ser tão preconceituoso? Como posso ser tão contraditório nas minhas vontades a esse ponto?
Eu preciso mudar. Você precisa mudar. TODOS NÓS precisamos mudar.

Acho que o principal fator que a campanha da Jung von Matt/Limmat era nos mostrar como o nosso medo é bobo, como nossas superficialidades são ínfimas e, quando paramos para pensar, vemos que são desnecessários e que poderíamos viver de uma maneira MUITO mais feliz sem eles.

Precisamos de menos preconceito, menos intolerância.
Precisamos de  - muito - mais amor em nossas mentes e corações.

Fazia tempo que eu não postava nada na categoria "Comunicação é o pipoco", por nada ter me impressionado/tocado como essa campanha o fez.

Vou dando fim ao post fazendo o mesmo pedido que foi feito no Comunicadores:
Se sensibilizou com o vídeo/ação? Comente e, PRINCIPALMENTE: Compartilhe.

Quem sabe você não consegue fazer alguém parar para pensar como eu fiz. Se eu conseguir fazer UMA pessoa refletir como refleti com a campanha, me dou por satisfeito. :)


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