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30 de maio de 2012


Tenho certeza que muita gente aqui conhece Pokémon e a maioria sabe que o anime foi inspirado em um jogo, não é? Já Mega Man, creio que nem tanta gente assim por aqui conheça e que tenha menos ainda que saiba que existiu um desenho inspirado no game, correto?

Pois é, meninos e meninas, ambos os desenhos existiram(O RLY?!) e foram inspirados em games – por sinal muito bons – e hoje, enquanto peregrinava pelos blogs gringos que visito, me deparei com uma obra de uma galera daqui do Brasil que achei SENSACIONAL!

A galera do blog Colônia Contra-Ataca (que conheci por causa desses vídeos e, pelo que estou vendo, fazem um conteúdo gamer bem legal) pensaram: "Porra, como seriam as apresentações dos dois desenhos, que foram inspirados em games, se elas fossem feitas com os gráficos dos games?!"
Bem, não sei se eles pensaram desse jeito, mas sei que o resultado dessa viagem foi SEN-SA-CIO-NAL!

Bora lá conferir? Recomendo que vejam primeiro as originais para poderem perceber como as versões ficaram fiéis e legais.
Primeiro a abertura de Pokémon:

Original:

8-bit:

E agora a abertura de Mega Man:

Original:

8-bit:


Foda demais, hein? Parabéns aos caras, paguei um pau MONSTRUOSO pra a ideia e a execução!
Sem contar que vi o vídeo em um blog gringo, hein?! Sucesso internacional! :)

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25 de maio de 2012
Em dúvida sobre o sentido da vida, do universo e tudo mais? Eis sua resposta: 42!

Meniiiiiiiiiinos e meniiinas!!! Espero, do fundo do meu coração, que vocês não estejam se perguntando o que diabos é o Dia da Toalha porque ficarei muito decepcionado com o baixíssimo nível de conhecimento da cultura geek/nerd de vocês, hein?! Mas, caso não saibam (SHAME-ON-YOU!), vejam essa explicação que dei sobre este dia a exatos 2 anos aqui no blog sobre o que representa o famigerado Dia da Toalha!­

E, como fiz no ano passado, vou prestar minha singela homenagem em forma de lembrança ao pai de uma das séries de livros(programas de rádio+série de tv+filme) mais nonsense e, ao mesmo tempo, mais legais de todos os tempos que é "O Guia do mochileiro das galáxias". Ah! E como me perdi no meio dessa extensa frase anterior, a lembrança é em forma de reprodução de um trecho de um dos livros que curto muito: o pacote de biscoitos.

Enfim, confiram o trecho abaixo que é uma história que Arthur Dent está contando à sua boyzinha Fenchurch no 4º livro da trilogia de 5 (oi?!): "Até mais, e obrigado pelos peixes!". É um trecho razoavelmente longo, mas bem engraçado e vale a pena a leitura. Vale lembrar que, como eu sei que vocês vão curtir Confiram:


Encontraram um espaço na grama, relativamente livre de casais deitados um em cima do outro, sentaram-se e observaram os patos espetaculares e a luz do sol ondulando na superfície do lago que corria sob os patos espetaculares.
– Uma história – disse Fenchurch, aconchegando o braço dele no dela.
– Que vai te dar uma idéia do tipo de coisa que acontece comigo. É completamente real.
– Você sabe que algumas vezes as pessoas contam histórias que supostamente aconteceram com o melhor amigo do primo da sua mulher, mas que, no fim das contas, foram inventadas mesmo.
– Bom, parece mesmo uma dessas histórias, só que realmente aconteceu e eu sei que aconteceu, porque a pessoa com a qual tudo aconteceu fui eu.
– Como o bilhete da rifa.
Arthur riu.
– Exatamente. Eu ia pegar um trem – prosseguiu ele. – Cheguei na estação...
– Eu já te contei – interrompeu Fenchurch – o que aconteceu com os meus pais numa estação?
– Já – disse Arthur.
– Só estou conferindo.
Arthur deu uma olhada no relógio.
– Acho que já podíamos voltar – disse ele.
– Conte a sua história – respondeu ela, decidida. – Você chegou na estação.
– Eu estava uns vinte minutos adiantado. Confundi o horário do trem. Acho que é no mínimo igualmente possível – acrescentou, após uma breve reflexão – que a companhia de trens tenha confundido o horário. Nunca tinha pensado nisso.
– Tá, continua. – Fenchurch riu.
– Aí eu comprei um jornal, para fazer as palavras cruzadas, e fui até o restaurante para tomar um café.
– Você faz palavras cruzadas?
– Faço.
– Quais?
– As do The Guardian, normalmente.
– Eu acho que eles sempre tentam ser espertinhos. Prefiro a do Times. Você resolveu?
– O quê?
– As palavras cruzadas do Guardian.
– Ainda não tive chance de dar uma olhada nelas – disse Arthur. – Ainda estou tentando comprar um café.
– Tudo bem, então. Compre o café.
– Estou comprando. Estou comprando também alguns biscoitos.
– Que tipo?
– Rich Tea.
– Boa escolha.
– Também gosto. Com tudo isso em mãos, eu procuro uma mesa e me sento. E, antes que você me pergunte como era a mesa, não sei, não lembro, isso aconteceu há séculos. Provavelmente era redonda.
– Tá bem.
– Deixa eu recapitular a cena. Eu lá, sentado à mesa. A minha esquerda, o jornal. À direita, o café. E no meio da mesa o pacote de biscoitos.
– Estou vendo perfeitamente.
– O que você não vê – disse Arthur -, porque ainda não o mencionei, é um cara que já estava sentado nessa mesa. Ele está sentado na minha frente.
– Como ele é?
– Perfeitamente normal. Maleta de couro. Terno e gravata. Não tinha cara de quem estava prestes a fazer uma coisa estranha.
– Ah. Conheço bem esse tipo. O que ele fez?
– Ele fez o seguinte. Ele se inclinou sobre a mesa, pegou o pacote de biscoito, abriu, pegou um e...
– E?
– Comeu.
– O quê?
– Ele comeu.
Fenchurch olhou para ele, abismada.
– E que diabos você fez?
– Bem, diante das circunstâncias, fiz o que qualquer inglês viril faria. Fui obrigado a ignorá-lo.
– Como assim? Por quê?
– Bom, não é o tipo de coisa para a qual a gente está preparado, né? Vasculhei minha alma e descobri que não havia nada na minha criação, experiência ou até nos meus instintos básicos me dizendo como reagir diante de alguém que, sentado na minha frente, simplesmente, calmamente, rouba um dos meus biscoitos.
– Ah, você podia... – Fenchurch pensou a respeito. – É, tenho que admitir que eu teria feito a mesma coisa. E aí, o que aconteceu?
– Concentrei furiosamente a minha atenção nas palavras cruzadas – disse Arthur. – Não consegui preencher nada, tomei um gole de café, estava quente demais para beber, então eu não tinha nada para fazer. Me preparei. Apanhei um biscoito, tentando fingir que não tinha reparado que o pacote já estava misteriosamente aberto...
– Mas você reagiu, adotou uma postura firme.
– Do meu jeito, sim. Comi o biscoito. Comi deliberada e ostensivamente, para que ele não tivesse dúvida sobre o que estava fazendo. E, quando eu como um biscoito – disse Arthur -, devo dizer que não tem volta.
– E o que ele fez?
– Apanhou outro. Sério – insistiu Arthur -, foi exatamente o que ele fez. Ele apanhou outro biscoito e comeu. Tão claro como a luz do dia. Tão certo como estarmos sentados aqui no chão.
Fenchurch mexeu-se desconfortavelmente.
– E o problema – disse Arthur – é que, como eu não havia dito nada da primeira vez, ficou ainda mais difícil levantar o assunto da segunda vez. O que eu poderia dizer? "Com licença... não pude deixar de notar que..." Não dava mais. Não, eu o ignorei, até mesmo com mais vigor do que antes
– Esse é o meu homem...
– Olhei para as palavras cruzadas, novamente, não consegui fazer uma linha, aí, inspirando-me na coragem de Henrique V no Dia de São Crispim...
– Ahn?
– Eu ataquei novamente. Peguei outro biscoito. E, por um momento, os nossos olhos se encontraram.
– Assim?
– Sim, bem, não, não desse jeito. Mas se encontraram. Por um breve instante. E nós dois desviamos o olhar. Mas devo dizer – disse Arthur – que houve uma pequena eletricidade no ar. Havia uma pequena tensão crescendo naquela mesa. Àquela altura.
– Imagino.
– Acabamos com o pacote assim. Ele, eu, ele, eu.
– O pacote todo?
– Bom, eram só oito biscoitos, mas parecia que toda uma vida de biscoitos havia se passado diante de nós. Nem mesmo os gladiadores enfrentavam algo tão difícil.
– Os gladiadores – disse Fenchurch – teriam que fazer tudo isso sob um sol forte. Exige mais do condicionamento físico.
– É, tem isso. Enfim. Quando o pacote vazio jazia morto entre nós, o cara finalmente se levantou, já tendo feito o pior e foi embora. Eu suspirei aliviado, é claro. Anunciaram o meu trem um pouco depois, então terminei o meu café, levantei, apanhei o jornal e, embaixo do jornal...
– Ahn?
– Estavam os meus biscoitos.
– O quê? – perguntou Fenchurch. – O quê?
– É sério.
Ela ficou sem ar e se jogou de costas na grama, morrendo de rir.
Sentou-se novamente.
– Seu bobalhão – disse ela, levantando a voz -, seu bobo, tolo e completo idiota!
Empurrou Arthur para trás, rolou sobre ele, lhe deu um beijo e rolou de volta ao seu lugar.
Ele ficou impressionado ao sentir como ela era leve.
– Agora é a sua vez de me contar uma história.

Então é isso, pequenos e bravos mochileiros! Peguem suas toalhas, guardem bem seus Guias do Mochileiro das Galáxias e não se esqueçam: Não entrem em pânico! :)




Confiram aqui os posts do Dia da Toalha dos dois últimos anos aqui no blog:
- 2010
- 2011

22 de maio de 2012

Escada rolante, sualinda! ;)

O post não começará com um "meninos e meninas" justamente por ser apenas direcionado para a macharada e, com poucas palavras, trazer para vocês um vídeo pra lá de gostoso de se assistir.

Como uma escada rolante combinada com pequenos chocolates, uma mente (do personagem) masculina safadamente criativa, com um belo efeito de slow motion e uma valsa podem se transformar em um dos vídeos mais safadamente(gostei disso) legais que parei para assistir na net nos últimos dias.

Aconselho-os selecionar a opção HD do vídeo e colocar em tela cheia para observar o espetáculo da Valsa da Escada Rolante:
     

O final foi meio sem graça mas essa "safadeza inocente" e a cara de manezão que o cara tem ficaram muito legais e meio que me transportaram pra minha época de 12~13 anos que ter uma ideia desse tipo seria uma maravilha e viraria assunto para, no mínimo, 2 semanas no colégio. Tempo bom! *-*


Catei daqui. :)

15 de maio de 2012
Já vim no rascunho desse post umas 5x para tentar escrever algo que expressasse bem o que senti ao ver esse vídeo. Não pensei que uma coisa tão simples – TÃO simples mesmo – pudesse ter um efeito tão forte em mim.
Um amigo meu(André) tem o costume de dizer que nunca viu ninguém gostar TANTO de video game como eu gosto e, realmente, os games têm uma presença MUITO forte na minha vida.

Desde quando meu pai apareceu em casa com um Master System (que era mais para ele do que para mim e para meu irmão, né?! Talvez tenha vindo daí esse meu gosto...), passando pelo fantástico e inesquecível Super Nintendo, pelo momento dificílimo e doloroso da venda do amigo SNES para completar as economias e comprar o tão sonhado Playstation – puta merda, que tempo bom! – até chegar aos meus atuais Playstation 2 e PC. Pois é, ainda tou no PS2, problema$ me levam a não ter um console da geração atual mas não é uma falta que meu PC não consiga sobrepor.

Imagenzinha reaproveitada do post de Trine 2. :)

Enfim, no decorrer desses anos todos esses anos de games, acho que parte da minha história pode ser contada com games – como pode ser visto no parágrafo acima. Falo também, sem medo de errar, que o estilo de jogos que marcou mais e que, definitivamente, é o que mais gosto: Side Scrolling.
O estilo, caso alguém não saiba, é conhecidíssimo por estar presente na maioria dos jogos de Super Mario Bros., que é aquele que você anda "para os lados". Megaman X, Pitfall, Mario, Castlevania, Donkey Kong e vários outros BELÍSSIMOS jogos utilizam esse sistema de jogo e dispensam comentários.

Foi aí que vi o vídeo abaixo que, talvez por sua simplicidade, me emocionou PRA CARAMBA. Não vou nem descrever nada dele, apenas vejam e você, que curte o estilo tanto quanto eu, com certeza vai sentir uma pontinha de saudade bater no seu peito. :)


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E viva os bons games e que eu consiga manter essa paixão por eles até meu fim! :~

8 de maio de 2012

Bear Gryllls? Que nada, meninos e meninas! O novo apresentador do famoso "À prova de tudo"(Man vs. Wild) do Discovery Channel é o nosso querido sayajin Goku. Nesse primeiro episódio, Goku nos ensina como sobreviver nas montanhas rochosas em Montana, nos Estados Unidos.



Olhe, sem brincadeira, a criatividade ociosa do pessoal na internet não tem limites! Quando você pensa que não pode sair mais nenhum tipo de coisa engraçada, se depara com uma pérola dessa!
Lendo os comentários do vídeo, um cara falou que Wendel Bezerra (o dublador de Goku e de Bear Grylls) viu o vídeo!!! Velho, sério mesmo, ainda tou MORRENDO de rir aqui! :P

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